Combinação de dois antirretrovirais modernos formam o novo medicamento que impede a ação do HIV no organismo, aprovado nos Estados Unidos.
O Juluca, como é conhecido comercialmente, é uma mistura de lutegravir e a rilpivirina e deve ser usado por pacientes que já utilizavam outros métodos.
Isso porque a ideia é que as pessoas já estejam com a carga viral mais baixa possível, por conta do uso dos remédios antigos.
O novo medicamento promete causar menos efeitos colaterais que tratamentos mais antigos, como o efavirenz, por exemplo, que piorava sintomas de pacientes psiquiátricos.
Além disso, diminui a toxicidade e contribui para maior adesão ao tratamento.
Segundo o órgão americano, similar a Anvisa no Brasil, o FDA, a eficácia do Juluca foi testada em dois ensaios clínicos com 1024 participantes.
Parte dos testes foram feitos com o Juluca; e a outra continuou com o tratamento prévio.
Os resultados mostraram que a droga foi eficaz em manter o vírus inativo, tanto quanto a terapia de referência.
A vitória do novo tratamento também foi comemorada por pesquisadores da Universidade de São Paulo.