Autoridades de saúde estão preocupadas com ataques aos macacos para impedir a disseminação da febre amarela.

Animais foram mortos a pauladas, atacados com pedradas e queimados.

Os pesquisadores ressaltam que o mosquito, vetor do vírus, é a maior ameaça que deve ser eliminada.

Matar os primatas, que são monitorados e podem indicar os locais de contaminação, coloca o ser humano em risco ainda maior.

O ressurgimento da doença causa pânico no Brasil.

Pelo menos 240 pessoas morreram nos últimos meses, segundo o Ministério da Saúde.

Os casos foram registrados na região Amazônica, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.

As informações são do The New York Times.