O litro do álcool combustível foi vendido, na semana passada, em média a dois reais e 47 centavos.

 

Foi o que mostrou pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, feita em mais de cinco mil postos de todo o País.

 

Desde o começo de junho, o combustível ficou quatro centavos mais caro.

 

Apesar de não ser um aumento tão grande, ele chama a atenção porque, com a retomada da safra de cana, muita gente esperava preços menores.

 

Isso, de fato, aconteceu, mas apenas entre os meses de abril e maio, quando o valor nas bombas chegou a despencar 43 centavos.

 

Especialistas acreditam, porém, que ainda há margem para novas quedas.

 

Eles avaliam que o aumento registrado em junho não deve assustar os motoristas, pois pode ser apenas consequência do excesso de chuva.

 

Que prejudicou a moagem da cana em várias regiões.

 

Apesar da alta, o álcool segue vantajoso, na média nacional, na comparação com a gasolina.

 

Ela é mais cara, está cotada a três e 64, porém faz o veículo rodar em média 30 por cento mais.

 

Hoje, colocando na ponta do lápis, o álcool pode custar até dois e 54 que ainda assim será a melhor opção.