Governo estuda distribuir cargos até a votação de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Parte dos integrantes da base aliada planeja estender as negociações até a votação, no plenário da Câmara, do processo contra a presidente, que deve ser discutido pelos 513 deputados a partir do próximo dia 15.

A medida desse grupo, que enfrenta resistência interna, busca diminuir os riscos de eventuais traições, principalmente junto ao chamado centrão, formado por PSD, PP, PR e PRB.

Porém, lideranças envolvidas se mostram receosas de que, diante de um alto número de dissidentes nesses partidos, o governo não tenha tempo para realizar uma nova reforma ministerial em apenas dois dias, quando o processo deve partir da Comissão Especial para votação em plenário.

As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.