O custo de vida do brasileiro voltou a subir, nos últimos dias.

 

O avanço do Índice Geral de Preços – Mercado, o IGP-M, apurado pela Fundação Getúlio Vargas, foi de 0,71 por cento.

 

O indicador também é chamado de inflação do aluguel, já que é com base nele que é reajustada a maioria dos contratos de locação de imóvel, no País.

 

Pra chegar ao resultado final, a FGV levou em conta três parâmetros.

 

Primeiro, os preços cobrados diretamente dos consumidores na hora de pagar as despesas do dia a dia.

 

Neste caso, a alta foi puxada, por exemplo, pelo condomínio residencial e as contas de água e luz.

 

O segundo indicador é o custo da construção civil, que avançou 0,72 por cento, graças ao aumento dos materiais e principalmente da mão de obra.

 

E, por fim, os preços cobrados de quem produz. A alta nesse caso foi puxada por matérias primas como o minério de ferro e a soja.