Instituto Butantã prevê que vacina contra a Dengue precise de, pelo
menos, um ano para ser desenvolvida.
Atualmente na segunda fase de testes, a medida preventiva é aplicada
em trezentas pessoas, que preferencialmente já tenham contraído o
vírus.
Os pesquisadores aguardam autorização para iniciar a investigação em
larga escala, que deve contar com 17 mil voluntários.
Para o coordenador dos estudos da vacina desenvolvida pelo Instituto
Butantã, Ésper Kallas, a versão final pode sair em 2016.
DENGUE 1505 A KALLAS
Os pesquisadores da USP visam desenvolver uma vacina que previna os
quatro tipos de dengue.
O coordenador dos estudos do Instituto Butantã, Ésper Kallas, admite
dificuldades no procedimento.
DENGUE 1505 B KALLAS
O Instituto Butantã pede para que a Agência Nacional de Biossegurança
acelere o parecer para autorizar a terceira e última fase de testes.
No Rio de Janeiro, outra vacina, desenvolvida pelo Instituto Fio Cruz,
apresentou 100% de eficácia em camundongos.
Instituto Butantã prevê que vacina contra a Dengue precise de, pelo menos, um ano para ser desenvolvida.
Atualmente na segunda fase de testes, a medida preventiva é aplicada em trezentas pessoas, que preferencialmente já tenham contraído o vírus. Os pesquisadores aguardam autorização para iniciar a investigação em larga escala, que deve contar com 17 mil voluntários.
Para o coordenador dos estudos da vacina desenvolvida pelo Instituto Butantã, Ésper Kallas, a versão final pode sair em 2016.
SONORA
Os pesquisadores da USP visam desenvolver uma vacina que previna os quatro tipos de dengue.
O coordenador dos estudos do Instituto Butantã, Ésper Kallas, admite dificuldades no procedimento.
SONORA
O Instituto Butantã pede para que a Agência Nacional de Biossegurança acelere o parecer para autorizar a terceira e última fase de testes.
No Rio de Janeiro, outra vacina, desenvolvida pelo Instituto Fio Cruz, apresentou 100% de eficácia em camundongos.