Preço da carne deve permanecer alto no primeiro semestre do ano.
 
A falta de chuvas prejudicou a pastagem utilizada para alimentar o gado e criadores foram obrigados a comprar mais ração, elevando os gastos.
 
Na avaliação acumulada em 12 meses pela Fecomercio de São Paulo, alguns cortes bovinos tiveram aumento de quase 30%.
 
A assessora econômica do órgão, Julia Ximenes, afirma que, os preços não devem abaixar tão cedo mesmo com volta das chuvas:
XIMENES 0202 A CARNE
 
A economista da Fecomercio de São Paulo, Julia Ximenes, destaca que a carne de frango pode ser uma alternativa mais barata à bovina:
 
XIMENES 0202 A FRANGO
 
De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, a diferença entre os preços das carnes é a maior dos últimos cinco anos.
 
Durante a primeira quinzena do ano, a média cobrada pelo frango inteiro resfriado ficou em três reais e 54 centavos o quilo.
 
Já a bovina registrou no período uma média de nove reais e 22 centavos.

Preço da carne deve permanecer alto no primeiro semestre do ano.

A falta de chuvas prejudicou a pastagem utilizada para alimentar o gado e criadores foram obrigados a comprar mais ração, elevando os gastos.

Na avaliação acumulada em 12 meses pela Fecomercio de São Paulo, alguns cortes bovinos tiveram aumento de quase 30%.

A assessora econômica do órgão, Julia Ximenes, afirma que, os preços não devem abaixar tão cedo mesmo com volta das chuvas:

SONORA

A economista da Fecomercio de São Paulo, Julia Ximenes, destaca que a carne de frango pode ser uma alternativa mais barata à bovina:

SONORA

De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, a diferença entre os preços das carnes é a maior dos últimos cinco anos.

Durante a primeira quinzena do ano, a média cobrada pelo frango inteiro resfriado ficou em três reais e 54 centavos o quilo. Já a bovina registrou no período uma média de nove reais e 22 centavos.