Para manter o álcool como alternativa brasileira de combustível limpo, o governo mantém o mais alto imposto para o carro elétrico. São 25 por cento, mesma alíquota cobrada dos veículos de luxo, e mais 35 por cento de imposto de importação. Com tanta taxa para pagar, um carro elétrico compacto custa ao redor dos 200 mil reais, por aqui.
Um grupo de especialistas criou o Pró-Futuro, para defender que o Brasil também dê incentivo ao uso do veículo elétrico, como uma alternativa a mais. Países como Estados Unidos, Inglaterra, França e Japão estão na dianteira no uso desses carros que, além de não poluírem o ar, são silenciosos. Em cidades como Paris e Londres já existem tomadas nas ruas, para recarga do carro elétrico.
O governo brasileiro revela que faz estudos sobre o uso da eletricidade nos veículos, mas que dá prioridade para aqueles que fazem o transporte público.