A psicóloga Patrícia Egerland desconfiou do câncer de mama perto do Natal, ao perceber um nódulo em seu seio, durante um autoexame.
Como sua mãe já havia tido a doença, ela adotava todos os cuidados preventivos, embora exames tivessem descartado o risco genético.
Ela conta que ainda faltavam cinco meses para retornar ao ginecologista.
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Patrícia foi encaminhada a uma mastologia, refez os exames e passou pela cirurgia para retirada do nódulo em abril, aos 47 anos de idade. Em seguida iniciou a quimioterapia e fez 30 sessões de radioterapia.
Ao todo serão dez anos de medicamentos e nas contas dela ainda faltam dois anos e dois meses, sempre com acompanhamento médico.
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Como psicóloga, Patrícia acredita na força das mulheres e considera importante que recebam apoio:
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O câncer de mama é uma doença séria, mas também envolvida em mitos que ganharam força com as redes sociais. Entre elas a de que usar desodorante antitranspirante aumenta o risco, o que embora muita gente acredite, não é verdade.
Na opinião da oncologista Andréa Morais, essas crendices são um desserviço e atrapalham as pacientes:
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Outras histórias tentam relacionar, erroneamente, o câncer de mama com o uso de sutiã apertado ou até com a cor da peça:
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Já a importância da amamentação na prevenção do câncer de mama não é mito, explica Andréa Morais:
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Na entrevista de amanhã vou trazer mais informações sobre essa doença que assusta tanto as mulheres e que precisa da nossa atenção.