No mês do Outubro Rosa, pesquisas mostram que ainda é grande o número de mulheres que deixam de fazer a prevenção do câncer de mama.

A desinformação é um dos principais obstáculos.

Além disso, mesmo que considere o tema importante, é comum a pessoa achar que nunca vai acontecer com ela.

O mastologista Cícero Urban acompanha muitas mulheres com câncer de mama e acredita que a conscientização aumentou, mas ainda existe muito medo em relação à doença:

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Quando mais cedo o câncer de mama é descoberto, menos invasivo será o tratamento:

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O mastologista Cícero Urban explica que a escolha entre fazer uma cirurgia conservadora ou a mastectomia, varia de acordo com o caso de cada paciente.

A estudante Manuela Toledo de La Vega teve o diagnóstico de câncer de mama confirmado aos 22 anos de idade. Sem casos na família, ela nunca havia imaginado que um dia teria a doença.

Manuela conta que o primeiro sinal foi um caroço, percebido em uma consulta de rotina:

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No início a jovem teve a sensação de que estava sonhando, depois sentiu muita tristeza, mas conversando com os médicos encontrou calma e decidiu enfrentar o tratamento:

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Um passo de cada vez, essa é a mensagem de Manuela para outras mulheres com câncer de mama:

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Por causa da idade, Manuela Toledo de La Vega também passou por tratamento hormonal para preservação de fertilidade, com o congelamento de seus óvulos.

Ela ainda não teve alta do tratamento e terá que fazer exames para investigar se possui alguma mutação genética, que aumente o risco de a doença voltar.

O câncer de mama mudou a vida da jovem, que antes tinha mais liberdade para decidir as coisas e precisou aprender a planejar cada dia.

Na série especial da Campanha Outubro Rosa, amanhã vou contar um pouco dos mitos sobre a doença e trazer a história de mais uma mulher guerreira.