"Eu fico muito feliz de falar do rádio no Dia dele, no Dia do Rádio. Eu brinco muito que eu falo diariamente com o Marconi. Que o Marconi de vez em quando ele manda uns e-mails pra mim, me telefone, e fala lá do céu: Olha Milton Neves ... eu não sou modesto, mas que ele liga e fala assim: Milton Neves eu só inventei o rádio porque eu sabia que algum dia você ia nascer".
Marconi, ou Guglielmo Marconi se trata do inventor do Rádio, na segunda metade dos anos 1800.
E a brincadeira é do jornalista e radialista Milton Neves, comunicador de muitas mídias, da Rádio e TV Bandeirantes, blogueiro, autor de livros, e que diz gostar mesmo de rádio futebol clube.
Do início na profissão, em 1967, na Rádio Continental de Muzambinho, aos dias atuais, Milton Neves considera que a tecnologia contribuiu muito para aumentar a audiência do rádio.
E faz troça dele mesmo no começo da carreira:
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Ouvinte das rádios Bandeirantes, Tupi, Nacional do Rio de Janeiro, Milton conta que pretendia ser funcionário público, mas nunca passou em concursos.
O homem-bomba se encontrou no rádio por acaso, durante o footing – passeio na praça - no interior:
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A carreira se espandiu para outras cidades e estados. E como a segurança profissional sempre vem acompanhada de uma saia-justa, com Milton Neves não foi diferente.
Foi numa entrevista com o ex-presidente do Grêmio, de Porto Alegre, Fábio Koff, após derrota na final da Copa do Brasil para o Corinthians:
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Para Milton Neves, o futuro do Rádio não tem mistério nem está ameaçado:
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Haja fôlego, radialistas de todo o Brasil, para viver estas histórias, para contar novas histórias e festejar.
A Semana do Rádio continua amanhã, com um convidado da região norte do Brasil, da terra das castanhas, do mercado Ver-O-Peso, do Cirio de Nazaré, o jornalista e radialista Guilherme Guerreiro, da Rádio Clube de Belém do Pará.