Tratamento da atrofia muscular espinhal, a AME, será custeado pelo Ministério da Saúde.
O ministro Luiz Henrique Mandetta assinou no Senado a portaria que inclui o Spinraza na lista de medicamentos essenciais do SUS. Ele explica que o remédio será adquirido na modalidade de compartilhamento de riscos com os laboratórios.
Na prática, isso significa que o governo só pagará pelo medicamento se houver progresso no tratamento:
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O tratamento vai contar com uma estrutura criada para acompanhar a resposta dos pacientes:
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O uso do medicamento para tratar a atrofia muscular espinhal custa, por ano, em torno de um milhão e 300 mil reais por paciente.