Justiça brasileira investe em robôs para reduzir o volume de ações judiciais.
Matéria do jornal Valor Econômico mostra que pelo menos 13 tribunais, entre eles o Supremo Tribunal Federal, já utilizam esse tipo de recurso.
Com inteligência artificial, os robôs atuam em tarefas como sugestão de sentenças com base na jurisprudência ou em trabalhos repetitivos.
No Rio Grande do Norte, uma parceria entre a Universidade Federal do Estado e o Tribunal de Justiça resultou na criação da família Poti, formada por robôs.
Graças a eles, o setor que cuidava das penhoras na comarca de Natal foi extinto.
O robô promove automaticamente a penhora on-line de valores em contas bancárias de devedores.
Quando não há dinheiro disponível, ele busca por vários dias, atualiza o valor e transfere o montante bloqueado para a conta oficial, indicada no processo.
Outro robô, ainda em fase de testes, classifica e rotula processos.