Cadastro de Pessoas Físicas – CPF vai funcionar como uma chave universal de acesso aos serviços públicos federais.
A ideia é facilitar consultas e solicitações, por exemplo, do PIS e Pasep, sem ter que memorizar todos os números de diferentes documentos.
O uso do CPF será como uma biometria e está previsto no novo decreto que será publicado pelo governo.
A equipe econômica finalizou o texto do documento, que foi enviado para a Casa Civil.
A informação foi confirmada ao blog de Andreia Sadi pelo secretário da Desburocratização, Paulo Uebel.
Ele trabalhou com técnicos da área econômica e de outros ministérios para criar as regras que unificam o uso de um único documento.
Uebel explicou que o cidadão pode fazer os acessos com outros dados, mas o governo só poderá exigir o CPF.
O governo quer consolidar um cadastro de pessoas a partir da integração de plataformas digitais.
Na prática, deve facilitar, por exemplo, a emissão da segunda via da carteira de reservista, o cadastro de benefícios sociais, como o Bolsa Família e operações do INSS, para as quais terá de informar apenas o CPF e não mais todo o conjunto de números de cada registro.