A Sociedade Brasileira de Pediatria vê com preocupação a tendência de aumento na taxa de mortalidade infantil do país

Dados do Ministério da Saúde apontam que, pela primeira vez desde 1990, o Brasil apresentou alta na taxa: foram 14 óbitos para cada mil nascimentos em 2016; um aumento de cerca de 5% em relação ao índice registrado em 2015.

Segundo o Ministério, o vírus da zika e a crise no país explicam o aumento.

Mas, na avaliação da Sociedade Brasileira de Pediatria, esses dois fatores não podem ser considerados os únicos responsáveis.

E para que ela não siga em ascensão, segundo Maria Albertina Santiago Rego, do Departamento de Neonatologia da entidade, é preciso melhorar a qualidade da assistência para a saúda das crianças, de uma maneira mais ampla:

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Maria Albertina também destaca que é fundamental a valorização do papel do pediatra em todo esse cuidado:

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Em nota após a divulgação do aumento da taxa de mortalidade pelo Ministério da Saúde, a Sociedade Brasileira de Pediatria manifestou preocupação com cenários futuros, em função da baixa cobertura vacinal e do risco do aumento da incidência de doenças infectocontagiosas, como sarampo, meningite e tuberculose, entre outras.