Planos de saúde ficarão até 10 por cento mais caros.

O reajuste foi autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar, a ANS, e vale para os convênios individuais e familiares.

A decisão atinge pouco mais de oito milhões de beneficiários.

O que representa cerca de 17 por cento dos clientes de planos de saúde no País.

Num primeiro momento, a Justiça decidiu que o aumento não poderia ser maior que a inflação para o setor, calculada em 5,72 por cento.

Mas a liminar, emitida após pedido do Instituto de Defesa do Consumidor, foi derrubada.

A ANS foi contra a ação movida pelo Idec e defendeu o calculo que autoriza o aumento de até 10 por cento.

Disse, por exemplo, que ao contrário da inflação ele leva em conta o custo dos novos procedimentos que os planos de saúde são obrigados a realizar.