Deixar o cigarro reduz o risco de uma série de doenças que surgem pelo inalação da fumaça, que carrega QUATRO MIL 700 substâncias tóxicas.
Apesar de o número de fumantes ter caído no Brasil, o país ainda ocupa a oitava posição no ranking mundial, com 18 milhões de tabagistas.
O apoio de atividades multidisciplinares, inclusive psicológicas, favorecem o abandono do vício, alerta o oncologista do Hospital Santa Paula, Tiago Kenji.
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O oncologista destaca que os efeitos do cigarro sobrevivem no organismo mesmo após décadas da interrupção do consumo.
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Comparados aos não-fumantes, os tabagistas têm cerca de 20 a 30 vezes mais risco de desenvolver o câncer de pulmão. Além disso, está sujeito a 50 outras doenças ligadas ao coração e à circulação.